Para assinalar o DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL 2017, que se comemora a 2 de abril, a DGLAB convidou o ilustrador João Fazenda, vencedor do Prémio Nacional de Ilustração do ano passado, para ser o autor da imagem do cartaz.
O cartaz impresso vai ser distribuído por Bibliotecas Municipais da RNBP, livrarias infanto-juvenis e Arquivos Distritais. A sua imagem em grande formato para impressão pode ser descarregada no site do Livro/DGLAB, em http://livro.dglab.gov.pt/…/DIA-INTERNACIONAL-DO-LIVRO-INFA…
A mensagem do IBBY internacional, este ano da responsabilidade da Rússia, pode ser encontrada em http://www.ibby.org/…/act…/international-childrens-book-day/ .
Segue uma possível tradução em português do texto do escritor Sergey Makhotin, bem como o cartaz do ilustrador Mikhail Fedorov, que pode ser descarregado em grande formato no link http://www.ibby.org/filea…/user_upload/poster_02.04.2017.pdf

Tradução de Mª Carlos Loureiro a partir da versão inglesa de Yana Shvedova:

"VAMOS CRESCER COM O LIVRO!
Na minha primeira infância, gostava de construir casas com pequenas peças e toda a espécie de brinquedos. Usava muitas vezes um livro ilustrado a fazer de telhado. Nos meus sonhos, entrava na casa, deitava-me na cama feita com uma caixa de fósforos e olhava para cima, para as nuvens ou para as estrelas do céu. A escolha dependia da ilustração que preferia na altura.
Por intuição, segui as regras de vida das crianças que procuram criar um ambiente seguro e confortável à sua volta. E o livro infantil ajudou-me muito a atingir este objetivo.
Depois cresci, aprendi a ler, e o livro, na minha imaginação, começou a assemelhar-se mais a uma borboleta, ou mesmo a um pássaro, do que ao telhado de uma casa. As páginas do livro pareciam asas que batiam. Era como se o livro, deitado no peitoril, quisesse sair pela janela aberta em direção ao desconhecido. Segurava-o com as mãos e começava a lê-lo, e o livro ia ficando cada vez mais calmo. Então eu próprio voava para outras terras e novos mundos, alargando o espaço da minha imaginação.
Que alegria ter na mão um novo livro! De início, nunca sabemos sobre o que é que ele fala. Resistimos à tentação de saltar para a última página. E como o livro cheira bem! É impossível distribuirmos o seu cheiro pelos vários elementos que o compõem: tinta, cola… não, é impossível. Existe um cheiro particular no livro, um cheiro único e excitante. As folhas encontram-se coladas, como se o livro não tivesse ainda acordado. E ele só acorda quando começamos a lê-lo.
Continuamos a crescer, e o mundo à nossa volta torna-se mais complicado. Enfrentamos questões a que nem os adultos sabem responder. No entanto, é importante partilhar dúvidas e segredos com alguém. E aí o livro volta a ajudar-nos. Muitos de nós terão um dia pensado: este livro fala sobre mim! E a personagem favorita parece ser igual a nós. Tem problemas semelhantes, e resolve-os com dignidade. E há outra personagem que não é igual a ti, mas tu gostarias de seguir o seu exemplo, de ser tão corajoso e desembaraçado quanto ela.
Quando há rapazes e raparigas que dizem “Não gosto de ler!”, isso faz-me rir. Não acredito neles. Comem gelados, jogam jogos e veem filmes interessantes. Dito de outro modo, gostam de se divertir! É que a leitura não serve apenas para desenvolver sentimentos e personalidades, ela é, acima de tudo, um prazer.
É sobretudo com essa missão que os autores de livros para a infância escrevem os seus livros.

Sergey Makhotin"

 

Realiza-se no próximo dia 3 de março (sexta-feira), a partir das 17h00, uma conferência subordinada ao tema “Quotidianos e Sociabilidades Portuenses no contexto da Grande Guerra – Elementos para uma contextualização dos anos de 1916 e 1917”, com a moderação de Maria João Moreira (Escola Superior de Educação do Porto) e a participação, enquanto oradores, de Alexandra Anjos (Museu Militar do Porto), Sónia Gomes (Arquivo Distrital do Porto) e Sérgio Veludo Coelho (Escola Superior de Educação do Porto).

A iniciativa, que já contou com uma edição em 2015 relativamente ao ano de 1915, pretende assinalar o centenário da Primeira Guerra Mundial, que decorreu de 28 de julho de 1914 até 11 de novembro de 1918, e resulta da colaboração entre o Arquivo Distrital do Porto, a Escola Superior de Educação/Instituto Politécnico do Porto e a Associação de Amigos do Arquivo Distrital do Porto.

Fará ainda parte deste evento um percurso expositivo com documentos originais da época.

A conferência e a mostra decorrem do trabalho desenvolvido pelas alunas Bruna Vieira e Catarina Pereira, em contexto de estágio curricular realizado no ADP, e estará patente ao público até 24 de março, entre as 9h30 e as 16h00, de segunda a sexta-feira.

Excecionalmente, a mostra poderá ainda ser visitada no dia 25 de março (sábado), entre as 10h00 e as 16h30, na sequência da participação do ADP nas comemorações do Dia Nacional dos Centros Históricos. A entrada é livre.

 

Porto, 20 de fevereiro de 2017

  

Comunicamos que os serviços do ADP estarão encerrados no dia 28 de fevereiro de 2017 (terça-feira de Carnaval).

Mais, informamos que a tolerância de ponto, nesse dia, foi concedida, nos termos do Despacho n.º 1669/2017 - Diário da República n.º 38/2017, Série II de 2017-02-22, aos trabalhadores que exercem funções públicas nos serviços da administração direta do Estado, sejam eles centrais ou desconcentrados, e nos institutos públicos.

Para mais informações, clique aqui

Porto, 22 de fevereiro de 2017

 

Já se encontra fechado o calendário para 2017 do projeto “Consultório no Arquivo” e, por conseguinte, abertas as inscrições para as várias sessões individuais e coletivas distribuídas ao longo do presente ano.
Mais uma vez, o “Consultório no Arquivo” privilegiará o atendimento personalizado e gratuito. As consultas individuais terão a duração máxima de 60 minutos e incidirão sobre casos concretos e pontuais, sempre com a presença de profissionais de arquivo e de conservação e restauro. As sessões coletivas incidirão sobre a partilha de experiências e informações e poderão ser ou não temáticas. 
As situações mais complexas e que exijam uma intervenção mais sistemática serão orientadas para o serviço de apoio técnico/consultoria, disponibilizado, nos termos da Lei em vigor, pelo Arquivo Distrital do Porto.

Porto, 10 de janeiro de 2017

 

Realizou-se, no dia 30 de janeiro, uma incorporação de registos paroquiais provenientes da Conservatória de Registo Civil de Paredes. Ao todo, entraram neste Arquivo Distrital 390 novas unidades de arquivo, com datas até março de 1911.

Embora ainda não estejam disponíveis na nossa plataforma online, a sua consulta, presencialmente, já é possível.

 

Porto, 1 de fevereiro de 2017

SCROLL TO TOP