A Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) efetuou o lançamento nacional do “Projeto de salvaguarda dos arquivos das associações de cultura, recreio e desporto: diagnóstico e estratégia” no passado dia 7 de março de 2016, na Torre do Tombo.

O Projeto conta com a colaboração da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD), de 14 câmaras municipais do Distrito de Faro e da Rede de Arquivos do Algarve (RAALG).

Inclui ainda o apoio dos arquivos distritais da rede DGLAB, bem como do Arquivo Distrital de Braga e do Arquivo da Universidade de Coimbra.

A primeira fase inclui um questionário que servirá de base a um diagnóstico da situação dos arquivos, que estará em linha durante os próximos 2 meses.

A segunda fase visa definir uma estratégia de salvaguarda e valorização de património arquivístico destas entidades com base nos dados recolhidos a partir dos questionários.

Porto, 18 de março de 2016

 

Os resultados do Projeto ASIA – Avaliação Suprainstitucional da Informação Arquivística encontram-se em fase de audição pública.

Este Projeto foi desenvolvido de forma colaborativa por um elevado conjunto de entidades da Administração Central e Local. Todavia, como nem todas as entidades públicas puderam participar no ASIA, decorrerá durante dois meses um período de audição pública (9 de março a 9 de maio), para acolhimento de sugestões de melhoria, complemento ou alteração. Os contributos devem ser enviados para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

O Projeto ASIA enquadra-se na linha estratégica “Agenda dos Arquivos para a Modernização Administrativa”, na continuidade dos produtos desenvolvidos para a interoperabilidade semântica e para a construção de uma linguagem comum na Administração Pública (Metainformação para a Interoperabilidade – MIP, Macroestrutura Funcional – MEF e Lista consolidada de processos de negócio).

Este novo documento de trabalho identifica os prazos de conservação administrativa e o destino final da informação constante nos processos de negócio executados pela Administração Pública, tendo em vista a eliminação da informação supérflua e a adequada conservação da informação que garante direitos e deveres, bem como a memória e identidade, permitindo a implementação de boas práticas de gestão.

Com base neste instrumento as entidades da Administração Pública poderão de uma forma simplificada produzir as suas Portarias de Gestão de Documentos, dando corpo legal ao destino da informação arquivística.

Consulte os resultados do Projeto ASIA, o Documento metodológico de suporte e o Sumário executivo do Projeto

Porto, 18 de março de 2016

 Estaremos encerrados no dia 9 de fevereiro, por ter sido concedida tolerância de ponto aos trabalhadores que exercem funções públicas, na sequência do despacho n.º 1818-A/2016, de 4 de fevereiro.

 

2016-02-04

“A propaganda política, entendida como fenómeno da sociedade e da cultura de massas, adquiriu enorme importância nas décadas de 1920 a 1940, transformando ideias e conceitos em imagens, símbolos, mitos e utopias transmitidos pelos meios de comunicação”.

Este é o ponto de partida para a realização, no próximo dia 24 de fevereiro (quarta-feira), no Arquivo Distrital do Porto, de um colóquio com o tema: “Propaganda, Cultura e Entretenimento na Primeira Metade do Século XX”.

O colóquio, organizado por Pedro Russo Moreira (FCSH | NOVA) e Carla Ribeiro (inED/ESEP | CEPESE/UP), divide-se em três grandes temas - ​Perspetivas Históricas sobre a primeira metade do séc. XX; Propaganda, Arte e Elites Culturais e Entretenimento e Indústrias Culturais, - e conta com o apoio do Arquivo Distrital do Porto, da Associação de Amigos do ADP e do Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos em Música e Dança.

Mais informações em:

http://propagandacuturaen.wix.com/propagandacultura

http://propagandacuturaen.wix.com/propagandacultura#!programa/cee5

 

2016-02-12

  Desde final de 2015 que a série documental Processos de Passaporte se encontra a ser intervencionada no âmbito de um projeto de digitalização, com vista à sua disponibilização futura via web.

   Prevê-se que, com este projeto, fiquem disponíveis para consulta e descarregamento gratuito cerca de 2 milhões de imagens digitais relativas a processos de passaportes produzidos entre 1905 e 1944 (passaportes de imigrantes) e de 1924 a 1969 (passaportes de viajantes).

   No entanto, atendendo às características da documentação em causa e à amplitude do projeto, a consulta, quer por utilizadores internos, quer externos, de um ou mais processos de passaporte no Serviço de Referência e Leitura, até à conclusão do projeto, passou a observar um conjunto de procedimentos, com repercussões internas e externas:

  1. Caso o(s) processo(s) esteja(m) em tratamento, o utilizador só poderá consultá-lo(s) após a conclusão das tarefas inerentes ao projeto de digitalização que o ADP está a desenvolver.

  2. Esta informação pode ser prestada presencialmente, via telefónica ou por e-mail

  3. Consulta do(s) processo(s) original(ais):

     3.1 A consulta é realizada processo a processo;

     3.2 O Técnico Superior do SRL tem obrigatoriamente de verificar, na presença do utilizador, o número total de unidades arquivísticas de cada processo (inclusive fotografias) a consultar, registar na requisição essa informação e solicitar ao leitor uma assinatura;

     3.3 O leitor terá acesso ao(s) processo(s) depois de assinar a requisição na mesma linha e a seguir ao registo preenchido da forma descrita;

     3.4 O Técnico Superior do SRL, no final da consulta de cada processo e da sua entrega, tem obrigatoriamente de verificar, na presença do utilizador, o número total de unidades arquivísticas de cada processo consultado, conferir com a informação registada na requisição e assinar;

     3.5 Só é possível a consulta presencial de um máximo de dez processos por dia (=10 pedidos de consulta presencial).

     3.6 A consulta de mais de dez processos obriga à formalização de um pedido antecipado de consulta, com a antecedência mínima de 36 horas, para preparação dos documentos a serem disponibilizados (colocação das cotas e fantasmas). Considerando que a descrição arquivística está feita ao nível da unidade de instalação (UI=caixa), é obrigatório referir o n.º dos processos que se pretende consultar, nessa UI, no campo informação adicional. 

  Durante o processo de digitalização, que inclui também todo o tempo necessário à preparação da documentação, os documentos ficarão indisponíveis para consultas presenciais e para pedidos antecipados de consulta. O sistema permite a submissão de pedidos de reprodução, mas estes serão sujeitos a demora.

  Daremos conta da evolução do processo nos canais de comunicação do Arquivo Distrital do Porto, agradecendo desde já a melhor compreensão de todos para os incómodos causados.

 

2016-01-14

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