Comemorou-se, no passado dia 25 de março, o Dia Nacional dos Centros Históricos.

A adesão do ADP tinha como propósito permitir a visita às suas instalações num dia da semana a que habitualmente se encontra encerrado.

Ao todo inscreveram-se e participaram nas atividades propostas aproximadamente meia centena de pessoas.

Podem consultar o registo do dia AQUI

 

 

PROGRAMA ADP

Manhã

10h às 12h30

Consultório no Arquivo: sessão coletiva

10h30 às 12h00

Visita guiada ao ADP: edifício, circuito documental, áreas técnicas e visualização de documentos originais

 

Tarde

14h30-16h

Consultório no Arquivo, visita técnica orientada: noções básicas e práticas de organização e conservação preventiva em arquivos, das 14h30 às 16h30

 

14h30-16h

Visita guiada ao ADP: edifício, circuito documental, áreas técnicas e visualização de documentos originais

 

Atenção: As atividades são gratuitas, mas a inscrição é obrigatória (pelo Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.)  

As inscrições estão sujeitas a um n.º máximo de 10 participantes na sessão coletiva de Consultório no Arquivo e de 15 participantes por visita.

No seguimento da sua missão e estatutos, a Associação de Amigos do Arquivo Distrital do Porto promoverá, ao longo deste ano, em parceria com o Arquivo Distrital do Porto, quatro sessões de “Hora dos Fundos”.

O formato já conhecido nas bibliotecas, com a Hora do Conto, chega, desta forma, aos fundos dos arquivos, promovendo o acesso, a partilha da informação e o conhecimento desta documentação única, original e incontornável para a produção de estudos e monografias de elevada qualidade técnica e científica.

Estas “conversas às quatro” pretendem estimular o diálogo e a partilha de experiências entre investigadores, jornalistas e autores que utilizaram, nos seus trabalhos, documentos de arquivos públicos ou privados.

Privilegiando as fontes documentais custodiadas pelo ADP, estes encontros visam ainda divulgar, através de abordagens temáticas, os fundos arquivísticos atualmente acessíveis ao público em geral via web, bem como a sua reutilização enquanto fontes de conhecimento rigorosas e fidedignas.

A primeira sessão já está a agendada para o dia 29 de março, última quarta-feira do mês, e contará com a presença de Sérgio Veludo, doutorado em História e Professor Adjunto na Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto, e de Joana Soares, licenciada em Gestão do Património pela Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto, que conversarão com os presentes sobre os “Reflexos de Guerra” que encontraram, durante as suas investigações, nos fundos documentais do ADP. A moderação ficará a cargo da diretora do Arquivo Distrital do Porto, Maria João Pires de Lima.

Público-alvo: professores, investigadores, estudantes e público em geral

Local e hora: Arquivo Distrital do Porto, às 16 horas

Duração: 1 hora

Sessões previstas para 2017: 29 de março | 31 de maio | 25 de outubro | 29 de novembro

Entrada livre

Porto, 14 de março de 2017

A Associação dos Amigos do Arquivo Distrital do Porto promove, em parceria com o Arquivo Distrital do Porto, um curso livre de Genealogia, a realizar nos dias 8, 15, 22 e 29 de maio, segundas-feiras, entre as 14h00 e as 16h30.

O curso, a ser ministrado pelo formador Ricardo Bessa Teixeira, tem por objetivo “ensinar a organizar uma pesquisa genealógica, nomeadamente a pesquisa de fontes, organização de registos, tratamento e recolha da informação”. Este curso pretende ainda “dotar os formandos dos instrumentos necessários para eles próprios fazerem a pesquisa das suas raízes familiares através dos documentos de arquivo”.

Com uma componente prática muito grande, todos os exercícios apresentados serão exemplificados com a busca em linha, nas fontes disponíveis via web.

 

Informações e inscrições: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

N.º mínimo: 15 | n.º máximo: 22

Valor da inscrição: 50 € (não sócios do AAADP) | 40 € (sócios do AAADP)

 

Sobre o Formador

Ricardo Bessa Teixeira é professor desde 1997. Os seus principais interesses de investigação centram-se no domínio da Genealogia, História de Família e História Local.

Investigador sócio da Associação Portuguesa de Genealogia (APG) e do Instituto de Genealogia e Heráldica da Universidade Lusófona do Porto.

Autor de inúmeros trabalhos de investigação na área da genealogia/história de família com uma dispersão geográfica de pesquisa internacional.

Formador de 17 cursos livres de Iniciação à Genealogia, ministrados entre outubro de 2013 e novembro de 2017.

Para assinalar o DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL 2017, que se comemora a 2 de abril, a DGLAB convidou o ilustrador João Fazenda, vencedor do Prémio Nacional de Ilustração do ano passado, para ser o autor da imagem do cartaz.
O cartaz impresso vai ser distribuído por Bibliotecas Municipais da RNBP, livrarias infanto-juvenis e Arquivos Distritais. A sua imagem em grande formato para impressão pode ser descarregada no site do Livro/DGLAB, em http://livro.dglab.gov.pt/…/DIA-INTERNACIONAL-DO-LIVRO-INFA…
A mensagem do IBBY internacional, este ano da responsabilidade da Rússia, pode ser encontrada em http://www.ibby.org/…/act…/international-childrens-book-day/ .
Segue uma possível tradução em português do texto do escritor Sergey Makhotin, bem como o cartaz do ilustrador Mikhail Fedorov, que pode ser descarregado em grande formato no link http://www.ibby.org/filea…/user_upload/poster_02.04.2017.pdf

Tradução de Mª Carlos Loureiro a partir da versão inglesa de Yana Shvedova:

"VAMOS CRESCER COM O LIVRO!
Na minha primeira infância, gostava de construir casas com pequenas peças e toda a espécie de brinquedos. Usava muitas vezes um livro ilustrado a fazer de telhado. Nos meus sonhos, entrava na casa, deitava-me na cama feita com uma caixa de fósforos e olhava para cima, para as nuvens ou para as estrelas do céu. A escolha dependia da ilustração que preferia na altura.
Por intuição, segui as regras de vida das crianças que procuram criar um ambiente seguro e confortável à sua volta. E o livro infantil ajudou-me muito a atingir este objetivo.
Depois cresci, aprendi a ler, e o livro, na minha imaginação, começou a assemelhar-se mais a uma borboleta, ou mesmo a um pássaro, do que ao telhado de uma casa. As páginas do livro pareciam asas que batiam. Era como se o livro, deitado no peitoril, quisesse sair pela janela aberta em direção ao desconhecido. Segurava-o com as mãos e começava a lê-lo, e o livro ia ficando cada vez mais calmo. Então eu próprio voava para outras terras e novos mundos, alargando o espaço da minha imaginação.
Que alegria ter na mão um novo livro! De início, nunca sabemos sobre o que é que ele fala. Resistimos à tentação de saltar para a última página. E como o livro cheira bem! É impossível distribuirmos o seu cheiro pelos vários elementos que o compõem: tinta, cola… não, é impossível. Existe um cheiro particular no livro, um cheiro único e excitante. As folhas encontram-se coladas, como se o livro não tivesse ainda acordado. E ele só acorda quando começamos a lê-lo.
Continuamos a crescer, e o mundo à nossa volta torna-se mais complicado. Enfrentamos questões a que nem os adultos sabem responder. No entanto, é importante partilhar dúvidas e segredos com alguém. E aí o livro volta a ajudar-nos. Muitos de nós terão um dia pensado: este livro fala sobre mim! E a personagem favorita parece ser igual a nós. Tem problemas semelhantes, e resolve-os com dignidade. E há outra personagem que não é igual a ti, mas tu gostarias de seguir o seu exemplo, de ser tão corajoso e desembaraçado quanto ela.
Quando há rapazes e raparigas que dizem “Não gosto de ler!”, isso faz-me rir. Não acredito neles. Comem gelados, jogam jogos e veem filmes interessantes. Dito de outro modo, gostam de se divertir! É que a leitura não serve apenas para desenvolver sentimentos e personalidades, ela é, acima de tudo, um prazer.
É sobretudo com essa missão que os autores de livros para a infância escrevem os seus livros.

Sergey Makhotin"

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